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Opinião | Francisco Tripodi |

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Francisco Tripodi

07/11/2019

Entrar ou não entrar no Rota 2030, eis a questão

É preciso entender o contexto de cada empresa para avaliar se a habilitação vale a pena

Não se habilite ao Rota 2030. Esta foi a recomendação que dei a uma grande empresa na última semana, quando me consultaram sobre a inscrição no programa ainda em novembro de 2019. Nem sempre este é o melhor caminho para todas as companhias. Você já sabe qual é o caso do seu negócio?



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Nessa empresa específica que mencionei há projeção de redução significativa dos investimentos em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) entre novembro e dezembro deste ano, por questões estratégicas e até operacionais (como as férias coletivas que seriam dadas à equipe, por exemplo).

Eles declararam também que, por causa de importantes mudanças que ocorreram na empresa, teriam dificuldade de reunir as documentações básicas para a habilitação ao programa. Outro problema estaria na formalização dos documentos, pois altos executivos estarão fora do país também nesse fim de ano.

Mais um fator crítico é que a organização ainda não tem processos para capturar as horas dos profissionais envolvidos nos projetos e os dispêndios com materiais de consumo e serviços de terceiros.

Em resumo, vimos que no caso específico dessa empresa o benefício que incorreria nos dois últimos meses de 2019 seria baixo, insuficiente para justificar o esforço para fazer a habilitação. Meu conselho foi para que formalizassem a inscrição em janeiro de 2020 e focassem em outras três atividades extremamente estratégicas durante novembro e dezembro:

1) Realizar um diagnóstico robusto da empresa;
2) Constituir um comitê de inovação para a condução do programa;
3) Definir os processos para capturar os dispêndios e apurar os benefícios fiscais.

Na minha opinião, qualquer profissional ligado a P&D e benefícios fiscais no setor automotivo deveria conhecer melhor o Rota 2030. E a forma mais inteligente de fazer isso é separar alguns minutos para ouvir recomendações estratégicas estruturadas, feitas por uma equipe de especialistas no programa. É exatamente o que iniciaremos no dia 7 de novembro, com a série online Missão Rota 2030, o melhor conteúdo já disponibilizado sobre o Rota 2030.

Para acessar este material elaborado pela Pieracciani Consultoria, basta cadastrar-se aqui.

Se você não sabe como fazer um diagnóstico robusto da aderência da sua empresa ao Rota 2030, não tem um passo a passo para construir um comitê de inovação para a condução do programa ou não possui processos para capturar os dispêndios e apurar dos benefícios fiscais, saiba que estes serão alguns ensinamentos da nossa série.

Estas medidas são capazes de fazer a diferença entre ter uma habilitação ao Rota 2030 eficaz ou de ter mais dores de cabeças do que benefícios com o programa. Por isso, te convido a receber os nossos conteúdos.

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