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Eventos | 21/09/2011 | 16h05

Brasil pode ser líder na produção de veículos

Para IHS Automotive, País precisa querer ser competitivo

Marta Pereira, AB

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Marta Pereira, AB

“Competitividade tem de pegar, com a utilização dos recursos que se têm.” Com essa frase, Philip G. Gott, diretor do IHS Automotive, empresa especializada em estratégia e tendência de mercados, abriu sua apresentação no 19º Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva (Simea), nesta quarta, 21, no Sheraton WTC, em São Paulo.

No que se refere aos recursos existentes, ele fez um balanço da situação atual do Brasil e garante que o País reúne condições para ser um líder mundial no setor automotivo. “O País precisa decidir se quer ser competitivo globalmente. O futuro está nesta decisão.”

Comparada à avaliação que fez do Brasil em 1996, a situação atual é bem melhor: o crescimento da economia vem acima da média dos mercados maduros, a inflação está controlada e o câmbio, estabilizado. Entre os Brics, é o país que apresenta o menor risco para investimentos estrangeiros.

Mas, para se tornar competitivo globalmente, o País precisa corrigir as distorções na distribuição de renda, investir no sistema educacional e em inovação tecnológica. Atualmente, apenas 1% do Produto Interno Bruto (PIB) é destinado a pesquisas e desenvolvimento.

A nação também deve discutir a carga tributária e a burocracia que cercam a indústria automobilística e aproveitar melhor a experiência que detém, como na utilização do etanol como combustível e no sistema de transporte intermodal.

Philip Gott lembrou que Curitiba (PR) foi a primeira cidade em todo o mundo a implantar o sistema Bus Rapid Transit (BRT), o tráfego urbano rápido pela utilização de ônibus articulados. Segundo Gott, as recentes medidas econômicas anunciadas para o setor precisam ser utilizadas como oportunidade para a indústria nacional avançar tecnologicamente, caso contrário terão mero efeito protecionista.



Tags: Philip G. Gott, IHS Automotive, 19º Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva, Simea, Sheraton WTC, carga tributária, Bus Rapid Transit, BRT.

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