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Importados | 04/01/2012 | 20h18

Fiat é a maior importadora de carros de 2011

Montadora responde por 10,7% dos veículos trazidos do exterior

Giovanna Riato, AB

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Giovanna Riato, AB

Os veículos importados abocanharam quase um quarto do mercado brasileiro em 2011, com 853,6 mil unidades em um total de 3,63 milhões de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus vendidos no País. Dados divulgados pela Fenabrave, federação dos distribuidores de veículos, apontam que a Fiat é a marca que mais traz unidades do exterior, com 91,4 mil veículos e participação de 10,7% no total importado.

A montadora importa o Siena e o Palio Fire da Argentina e os recém-lançados 500 e Freemont do México. Com isso, os volumes da companhia no País não devem ser prejudicados no este ano com o adicional de 30 pontos porcentuais no IPI, cobrado apenas sobre carros trazidos de fora do Mercosul e do México.

Logo atrás da marca italiana está a General Motors, com 10,5% do total importado, com 89,9 mil unidades. Em seguida está a Hyundai, com 10,1% de participação e 86,6 mil carros e utilitários. A Ford aparece em quarto lugar, com 83,1 mil unidades que respondem por 9,7% das importações. A Kia ficou na quinta colocação, com 9% do total trazido do exterior e 77,1 mil veículos. Atrás dela estão Volkswagen (6,5%), Renault (5,4%), Toyota (5,3%), Peugeot (4,3%) e Nissan (4,3%).

A principal origem é a Argentina, responsável pela produção de 44% do que é importado para o Brasil. A Coreia do sul aparece em segundo lugar, com 19,1%, sucedida pelo México, de onde saíram 13,7% dos carros importados. A China já é o quarto país de origem de veículos para o Brasil, com 7,6% de participação.

Esta situação, no entanto, deve mudar ao longo de 2012. Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave, aponta que o aumento do IPI deve reduzir em 45% as vendas de produtos vindos da Ásia. “Já a importação do México e da Argentina tem tendência de alta”, acredita. O executivo aponta que o impacto não deve ser tão forte nos carros mais sofisticados, com maior valor agregado. “Nesse segmento o aumento de preços não tem um impacto tão significativo”, explica.

Assista à entrevista exclusiva com Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave:





Tags: importação, veículos, carro, Fiat, IPI.

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