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Mercado | 13/02/2014 | 20h27

Renault traça nova estratégia 2014-2017

Lançamentos e aumento em participação no Brasil estão entre as metas

REDAÇÃO AB

Após alcançar seu objetivo de fechar o período 2011-2013 com € 2,5 bilhões de fluxo de caixa livre, o Grupo Renault encerra a primeira fase do seu plano global ‘Mude a Direção’ e estabelece novas metas para o ciclo 2014-2017, entre elas, consolidar um faturamento de € 50 bilhões (em 2013, o faturamento fechou em € 40,9 bilhões – leia aqui) e fechar a margem operacional acima de 5% do faturamento, com fluxo de caixa livre positivo a cada ano.

“A estratégia definida na primeira etapa de nosso plano Mude a Direção foi bem sucedida. Graças a estas conquistas, o Grupo Renault tem agora todos os recursos necessários para implementar uma segunda fase ambiciosa e realista”, declarou Carlos Ghosn, presidente e CEO Mundial da Renault.

As ações do novo plano estratégico incluem a aceleração da renovação de sua linha de veículos a partir do segundo trimestre deste ano, com o novo Twingo e novo Trafic, seguidos pelo sucessor do Espace, um novo veículo do segmento D (sedã médio). A lista de produtos incluem ainda os sucessores do Mégane e do Scénic, que estarão baseados em plataformas comuns da aliança com a Nissan, parceria que prevê 3 milhões de veículos para os segmentos C e D.

O grupo também visa aumentar sua cobertura de mercado com uma gama mais completa de crossovers, um veículo de entrada para a Índia e América Latina, bem como novos modelos utilitários e picapes para os mercados fora da Europa.

Sobre sua colocação, a empresa visa passar dos atuais 6,6% de participação de mercado no Brasil e de 7,6% na Rússia para 8% em ambos até 2017. Em 2013, o Brasil figurou como o segundo maior mercado da Renault, atrás apenas da França, e a Rússia, por sua vez, ultrapassou a Alemanha, subindo da quarta para a terceira posição.

Para a China, os planos incluem a instalação de uma nova fábrica em Wuhan, com capacidade para 150 mil veículos por ano e uma linha de produtos derivados dos crossovers derivados dos segmentos C e D. Já na Europa, a marca planeja recuperar a segunda posição do mercado a partir da renovação de sua gama, com foco em veículos mais limpos, ao mesmo tempo em que a marca Dacia espera consolidar sua posição como líder da categoria.



Tags: Renault, vendas, estratégia, mercado, Carlos Ghosn, participação.

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