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GM: greve de 24 h em São José dos Campos
Greve teve início na manhã de terça, 27

Trabalho | 27/05/2014 | 10h50

GM: greve de 24 h em São José dos Campos

Metalúrgicos rejeitam PLR de R$ 9,7 mil e querem estabilidade

REDAÇÃO AB

Os 5,5 mil metalúrgicos da General Motors de São José dos Campos entraram em greve de 24 horas na terça-feira, dia 27. Em assembleia, os trabalhadores exigiram avanço nas negociações pela Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e estabilidade no emprego.

A rodada de negociação mais recente entre montadora e Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, ocorrida na segunda, 26, terminou em impasse. Segundo a entidade que reúne os trabalhadores, a GM propôs PLR de R$ 9,7 mil, inferior à de 2012 (quando foram pagos R$ 16 mil) e estabeleceu meta de 265 mil veículos para 2014, que os trabalhadores julgam elevadas, “com poucas chances de ser atingidas”.

O sindicato reivindica PLR de R$ 29 mil. A empresa, entretanto, se recusou e considerou as negociações encerradas. Ainda segundo o sindicato dos metalúrgicos, o valor apresentado (R$ 29 mil) representará 1,24% da previsão de faturamento da montadora em 2014. O sindicato alega que, nos últimos dois anos, o faturamento da unidade cresceu 74%, apesar da redução no número de funcionários. Assim, a fábrica de São José dos Campos deve faturar R$ 9,2 bilhões em 2014.



Tags: GM, General Motors, greve, São José dos Campos, sindicato, metalúrgicos.

Comentários

  • paulo motta

    Trabalho em uma empresa que é uma das mais conceituadas do Brasil e a maior PLR que já recebemos foi de R$870,00 e a de 2014 (referente ao ano 2013) ainda não foi definida (era para ser paga em Abril) mais gira em torno entre R$ 270,00 e R$ 350,00 para o nível básico (que são as pessoas que "carregam o piano"), pois os outros niveis ganham mais, uma distribuição injusta e absurda, nosso salário é o pior entre as empresas do segmento. Portanto funcionários da GM SJC, reflitam sobre isso, e aceitem o que eles oferecem ou vão chorar futuramente quando a GM deixar a cidade e optar por outro município ( e existem muitos) interessados em uma planta da GM, e tem mais, existem muitos trabalhadores que gostariam de estar no seu lugar, inclusive eu, aceita trocar de empresa comigo?

  • Ambrosio Salvio

    Srs., A PLR que as montadoras estão negociando, sob minha optica é uma afronta as autopeças que além da desindustrialização sofrida pelo segmento, é cada dia mais achacada para reduzir preços e enfrentar a concorrência Chinesa, Turca, Indiana , Malasiana e outros paises mais que sequer possuem encargos trabalhistas e outras obrigações , e da famigerda carga tributária que inviabilizam a ascenção do mercado brasileiro no exterior. As autopeças são tão expremidas nas negociações com as montadoras e com as frequentes ameaças de importação para assuguarem um PLR incompativel com a realidade da cadeia de fornecedores.

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