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Duas Rodas | 12/09/2014 | 15h07

Yamaha ganha mercado e vive dias melhores

Vendas da fabricante contrariam mercado e crescem 11,7%

MÁRIO CURCIO, AB

A chegada de dois novos modelos de baixa cilindrada entre o segundo semestre de 2013 e abril deste ano permitiram à Yamaha um movimento contrário ao mercado. Os emplacamentos da marca cresceram 11,7% no acumulado de janeiro a agosto no confronto com igual período de 2013, enquanto o mercado de motos como um todo recuou 6,1%.

“Devemos chegar a 200 mil motos este ano”, estima o diretor comercial da Yamaha, Márcio Hegenberg, que falou a Automotive Business durante o lançamento do modelo de alta cilindrada MT-09 (veja aqui). Se o número se confirmar, o crescimento da montadora ficará acima de 20%. Até pouco tempo, a empresa tinha grande dependência de uma única moto urbana, a YBR 125 Factor, que em outubro do ano passado recebeu a companhia da YS 150 Fazer.

Em 2014 as duas somaram 62,5 mil unidades no segmento “street” até agosto, 16,8% a mais do que a Factor sozinha conseguiu nos mesmos oito meses de 2013. “Hoje há duas situações nas concessionárias. Há aqueles que procuram a nova 150 e acabam comprando a 125 pelo preço e também os que procuram a moto antiga e levam a nova”, diz Hegenberg.

O outro modelo que puxou para cima os números da montadora foi a Crosser 150, que chegou há cinco meses e teve 10,9 mil unidades vendidas este ano. “Em Florianópolis ela já responde por 50% do segmento de uso misto (cidade-campo). Suas vendas vão bem também nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e no Sul de maneira geral”, diz o diretor comercial.

NOVA FÁBRICA NA ARGENTINA

Em julho deste ano a Yamaha abriu uma nova fábrica na Argentina, onde investiu US$ 14,6 milhões (leia aqui). A proximidade entre os países deveria favorecer a troca de produtos entre ambas, mas as diferenças de mercado, de legislação sobre emissões e também sobre o comércio de motos entre os países prejudicam esse intercâmbio no segmento de motocicletas.

A unidade argentina ainda produz a primeira geração da YBR 125, lançada no Brasil em 2000. E os modelos fabricados fora da Argentina como os brasileiros foram sobretaxados entre 30% e 50%. O caminho inverso (entrada de motos argentinas no Brasil) é prejudicado pela legislação de emissões vizinha, defasada.

Como exemplo, a nova fábrica argentina da Yamaha tem hoje um modelo esportivo de baixa cilindrada (FZ16) interessante, mas que não pode ser importado por não se enquadrar no Promot 4, programa de controle de emissões vigente no Brasil.



Tags: Yamaha, Márcio Hegenberg, FZ16, YBR, Factor, Fazer 150, Crosser.

Comentários

  • Edson

    Quer "arrebentar" de vender YAMAHA? Taz para o brasil o tricity e as scooter 250cc, a R125 e R150, moderniza as 125 com desing e freios CBS, e as 150 com ABS! Melhor ainda, põe ABS nas duas! Na internet tem uma foto do que seria a RD350 hoje, ainda não viram o "furor" que causou? Duvido que não se tenha tecnologia para um 2 tempos moderno e menos poluente para um ícone como a RD... falta fazer a lição de casa! Vocês vão ser sempre a "segunda" desse jeito!!! Essa consultoria foi de graça viu.

  • edson

    Chega de HONDA, tá na hora de ser YAMAHA, a primeira marca de motos japonesas que chegou no brasil merece sim o primeiro lugar ... qualidade yamaha um passo a frente isto muito bom para o consumidor que quer se destacar na multidão.

  • gleriston

    eu tenho fazer 150cc, excelente moto, muito gostosa de andar com ela, superior a todas as 150 que existe no brasil...a minha é a laranja eu recomendo a todos.

  • jose

    yamaha tá com produtos muito bom, estou esperando um scooter de baixa cilindrada automático de 125cc se não vir ficarei com suzuki bugman 125cc.

  • edizio

    Em quanto a yamaha não fabricar uma moto de baixa cc entre 125 e 150 com tudo que o co nsumidor deseja a qui no brasil sempre ficara em segundo lugar,não precisa aumenta nem uma cilindrada e só colocar ,freios a disco nas duas rodas ,painel completo de tudo a crosser era pra vim dessa forma mas ainda da tempo la pro meio do ano de 2015 em Fortaleza e só oque estamos esperando pra fazer a yamaha pater o recorde de venda ,ando de mota desde 1989 tenho uma boa experiencia sei o que digo e estou de olho nas opniões dos amigos que possuem motos. Lembrando esta faltando a cor AZUL da CROSSER.

  • Felipe

    Chegou a hora da Yamaha, já fui proprietário de moto Honda e várias Yamaha, não troco de forma alguma, em setembro farei uma ou duas aquisições, quero uma naked para usar no dia-a-dia, e uma on/off road esta já tenho certeza será a tenere a LENDA

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