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Comerciais | 24/07/2015 | 15h08

GreenChem: uso de Arla 32 está abaixo do esperado no Brasil

Produtora e distribuidora do agente de ureia alerta sobre falsificações

REDAÇÃO AB

O uso do Arla 32, agente a base de ureia obrigatório para todos os veículos diesel com tecnologia SCR, está de 30% a 40% abaixo do esperado no mercado brasileiro. A constatação é da GreenChem, que fabrica e distribui a solução. Segundo a companhia, o consumo menor é reflexo da falta de conhecimento de muitos motoristas e donos de caminhões, que optam por adulterar o sistema ou usar produto falsificado para economizar, algo que pode colocar em risco a durabilidade do motor do veículo.

Os modelos equipados com tecnologia SCR de pós-tratamento de gases avançaram no Brasil a partir de 2012 porque o sistema era uma das opções capazes de atender a norma Euro 5 ou Proconve P7, que limita as emissões de poluentes de caminhões e ônibus. Ao adaptar o veículo para dispensar o uso do Arla 32, o usuário prejudica ainda a qualidade do ar, já que a filtragem de poluentes deixa de ter eficácia. Usado de forma correta o produto reduz em até 97% a emissão de material particulado e em 95% os níveis de NOx na comparação com os modelos com tecnologia Euro 1.

A GreenChem calcula que, quando instalados emuladores, ou chips que permitem burlar o uso de Arla 32, o nível de emissões do caminhão aumenta quase cinco vezes. O uso do aditivo adulterado pode gerar multa de até 60 mil com apreensão do caminhão. Dados coletados pela empresa indicam que, a partir de abril de 2013, há claro distanciamento entre as vendas de diesel e as do agente de ureia. “Os consumidores devem desconfiar de Arla 32 muito barato”, alerta David Piany, diretor geral da empresa.



Tags: Arla 32, veículos comerciais, Euro 5, Proconve P7.

Comentários

  • Isabel

    Vi na reportagem que o consumidor deve desconfiar do preço do ARla 32 muito barato. então pergunto, qual o preço normal do ARla 32, no Estado de São Paulo, e o que seria o preço muito barato?

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