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Balanço | 01/12/2015 | 15h42

Autopeças têm déficit de US$ 5,12 bilhões

Exportações até outubro recuaram 8,3% e importações, 23,6%

REDAÇÃO AB

A balança comercial brasileira de autopeças foi deficitária em US$ 5,12 bilhões no acumulado de janeiro a outubro. O total é 36,9% inferior ao de igual período de 2014. As exportações recuaram 8,3% e as importações diminuíram 23,6%. Os números foram elaborados pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para veículos Automotores (Sindipeças) a partir de dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

- Veja aqui o estudo completo do Sindipeças

Os embarques somaram US$ 6,46 bilhões até outubro e as compras externas, US$ 11,6 bilhões. O maior destino dos componentes nacionais continua sendo, disparado, a Argentina, para onde seguiram US$ 2,16 bilhões em componentes automotivos. Os Estados Unidos se mantêm como o segundo maior comprador, com US$ 1,04 bilhão de janeiro a outubro e pequena queda de 2,9% em relação aos mesmos dez meses de 2014.

Os americanos também permanecem como os maiores fornecedores ao Brasil e enviaram US$ 1,45 bilhão em autopeças até outubro. No entanto, o volume é 18,1% menor que o do mesmo período de 2014. China e Japão vêm na sequência dos Estados Unidos como grandes provedores, com a Coreia do Sul na quinta posição.

A análise por macrorregiões mostra que os asiáticos forneceram quase 40% das autopeças importadas pelo Brasil até outubro, ante 32,3% das europeias. Há um ano a diferença entre ambas era de um ponto porcentual.



Tags: Balança comercial, autopeças, Sindipeças, MDIC, exportações, importações.

Comentários

  • Paulo Júnior

    Percebemos que a economia não anda ajustada a vários fatores e aspectos de produção e reparos. A produtividade vem sofrendo déficit significativo no mercado, enquanto o os reparadores sofre uma crescente em afluente, tentando estabelecer o equilíbrio entre essas engrenagens do mercado Brasileiro. Vejo a cada dia uma união maior entre os segmentos no mercado, transformando alianças somando forças ao combater a instável economia. Muitos aliados enxergam um mercado de oportunidades e segmentos, enquanto os consumidores distorcem essa visão de competição e concorrência se beneficiando das bandeiras que atuam no mercado Brasileiro transformando em vantagens para os consumidores. O recuo das fábricas afetam toda a instabilidade comercial, crescimento e desenvolvimento, sem receita mágica, flutuamos nas incertezas do futuro a prosperar.

  • Marcelo

    Nossa Paulo! Desculpe, objetivamente o que você quis dizer? Muito confuso.

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