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Faturamento da PSA cai 2,2% nos nove meses do ano

Balanço | 27/10/2016 | 20h37

Faturamento da PSA cai 2,2% nos nove meses do ano

Grupo atinge € 39,2 bilhões no acumulado contra os € 40 bilhões de um ano antes

REDAÇÃO AB

O faturamento global do Grupo PSA acumulado de janeiro a setembro diminuiu 2,2% na comparação com iguais meses do ano passado, quando a companhia registrou pouco mais de € 40 bilhões, informa em comunicado.

A receita da divisão automotiva, que reúne os negócios das marcas Peugeot, Citroën e DS, ficou 2,7% abaixo do resultado de igual período de 2015, passando de € 27,4 bilhões para € 26,7 bilhões. Contudo, a empresa destaca que os efeitos negativos do câmbio (-4,7%) foram parcialmente compensados pelo impacto positivo de 1,8% com a política de aumento de preços das três marcas, em especial na Europa.

As vendas globais cresceram 2,9%, de 2,16 milhões para 2,22 milhões no comparativo anual do acumulado de nove meses, com alta de 4,1% na Europa (1,42 milhão de veículos) e, na contramão do cenário da região, o Grupo anotou crescimento de 18,4% na América Latina, passando de 112,8 mil nos nove meses de 2015 para 133,6 mil unidades no acumulado deste ano.

Na China houve queda de 18,6%, para 422,3 mil, enquanto que na África-Oriente Médio, a alta de 62,8% do volume, para 223,3 mil, foi impulsionada pelas vendas de veículos produzidos no Irã sob licença da Peugeot. No fim do mês passado, os estoques do grupo totalizavam 400 mil veículos contra os 382 mil registrados no ano anterior neste mesmo período.

“As alavancas do plano Back in the Race, em particular a política de preços e a redução dos custos nos dão confiança para a realização dos objetivos do Plano Push to Pass, mesmo num contexto externo mais difícil, especialmente em matéria de câmbio”, declarou Jean Baptiste de Chatillon, diretor mundial financeiro do Grupo PSA e membro do conselho de administração.

O Grupo PSA projeta dois cenários bastantes distintos no mercado global de veículos: para a companhia, haverá crescimento na Europa e na China, de 6% e 15%, respectivamente. Por outro lado, a empresa acredita que haverá queda na América Latina e na Rússia, coincidentemente com os mesmos índices contrários, de 6% e 15%, respectivamente.

O plano Push to Pass fixa objetivos como uma margem margem operacional corrente média de 4% para a divisão automotiva entre 2016 e 2018 e uma meta de 6% em 2021; crescimento de 10% do faturamento do grupo entre 2015 e 2018, visando 15% suplementares até 2021.



Tags: Grupo PSA, faturamento, vendas, receita.

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