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Caoa Chery começa a produzir Arrizo em Jacareí
Arrizo chega às concessionárias Chery em novembro. Montadora espera vender cerca de 500 carros por mês

Lançamentos | 22/10/2018 | 21h14

Caoa Chery começa a produzir Arrizo em Jacareí

Novo sedã brigará com diferentes modelos na faixa entre R$ 70 mil e R$ 80 mil

MÁRIO CURCIO, AB | De Jacareí (SP)

A Caoa Chery começa a produzir em Jacareí (SP) o sedã Arrizo, que chega em novembro às cerca de 50 concessionárias da marca em duas versões, por preços estimados entre R$ 69 mil e R$ 79 mil. O carro é equipado com um motor flex 1.5 turbo de 150 cavalos. A fábrica do interior paulista recebeu uma nova linha de montagem para produzir o modelo, que tem 4,53 metros e muito espaço interno.

“Esperamos vender cerca de 500 carros por mês, ao menos na fase inicial até fevereiro ou março de 2019”, afirma o CEO da Caoa Chery, Márcio Alfonso. Na mesma fábrica são feitos o subcompacto QQ e o utilitário esportivo Tiggo 2. A produção diária (na soma dos três modelos) gira em torno de 75 a 78 unidades.

“Com a aceleração da montagem do Arrizo queremos chegar a 85 ou 90 carros por dia no fim do ano”, afirma Alfonso.



A produção ocorre em um turno. Em agosto a montadora superou 1,5 mil unidades e bateu o recorde desde a inauguração da fábrica, em 2014. Por causa do início da montagem do Tiggo 2 este ano a Chery já havia realizado a contratação de cerca de 200 trabalhadores. Tem ao todo 600 colaboradores aproximadamente. “Outros 150 devem ser admitidos até o fim de 2018”, diz o CEO.


Versão topo de linha RXT traz teto solar, couro, airbags laterais e rodas de liga leve de 17 polegadas. Espaço para quem viaja no traseiro é muito bom

Segundo a Chery, a empresa tem hoje 29 fornecedores locais e pretende expandir para 60 em curto prazo. Entre os dez maiores atuais estão Bosch, Magneti Marelli, Eftec, Basf, Petronas, Pirelli, Moura, Plascar, JCI e Dow. Outros se juntaram recentemente, como Colorfull, Coplac, Eqmax, Pancron, Aptiv, Continental e Michelin.

As peças de aço estampado da carroceria vêm de fora, mas Alfonso afirma que a Chery já realiza cotações com fornecedores locais. O motor 1.5 turbo vem quase todo montado da China. Em Jacareí ele recebe periféricos como alternador e outros componentes, como o sistema flex fornecido pela Bosch, que inclui as galerias e os injetores capazes de pré-aquecer o etanol em dias frios, dispensando o tanquinho auxiliar de gasolina. O turbo também é importado, mas poderá ser nacionalizado como outros itens. O novo sedã vai brigar com modelos como Fiat Cronos, Honda City, Toyota Yaris e Volkswagen Virtus.

“Acreditamos que ele também tem potencial para competir com as versões de entrada do Toyota Corolla e do Honda Civic”, afirma o gerente de marketing e produto, Henrique Sampaio.



O executivo recorda que o carro traz de série em todas as versões câmbio automático do tipo CVT que simula sete marchas, ar-condicionado, direção elétrica, controles eletrônicos de tração, de estabilidade e auxílio de partida em rampa. Tem ainda luzes diurnas de LED, faróis com facho ajustável, chave presencial, computador de bordo, monitoramento da pressão dos pneus, controlador automático de velocidade, volante com comandos de áudio, câmera de ré e sensores de estacionamento na traseira, mais central multimídia com espelhamento de celulares para sistemas Android e IOS. As rodas de liga leve têm 16 polegadas. Essa versão custará perto de R$ 69 mil.


Sedã tem desenho agradável e mede 4,53 metros, mas porta-malas leva apenas 430 litros. Como comparação, Fiat Cronos tem 525 l e VW Virtus, 521 l

Por cerca de R$ 10 mil a mais o consumidor levará a RXT, que inclui também teto solar, revestimento interno de couro, rodas de liga leve de 17 polegadas e airbags laterais. Os preços exatos do novo Chery serão divulgados durante o Salão do Automóvel, que ocorre entre os dias 8 e 18 no São Paulo Expo.

O acabamento da versão topo de linha usa bons materiais nos revestimentos de bancos, portas e volante. A textura do painel é bastante comum, com toque emborrachado. O bom espaço para quem viaja no banco de trás acabou sacrificando o porta-malas, que tem capacidade para apenas 430 litros. Como comparação, o do Fiat Cronos leva 525 l e o do VW Virtus, 521 l. O compartimento de bagagem do Yaris também é superior: 473 l.



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