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| 23/06/2010 | 00h00

Walker: US$ 5 milhões para Euro 5 no Brasil

Empresa já pensa também na fase do Euro 6.

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A Walker, uma das subsidiárias do Grupo Tenneco no Brasil, com planta em Mogi Mirim, SP, e especialista global em sistemas de exaustão, anuncia investimento de US$ 5 milhões para adequar as operações locais às normas da legislação Proconve para veículos pesados P7 (Euro 5).

Os recursos estão sendo aplicados na ampliação das instalações fabris, aquisição de equipamentos, nova linha de produção para montagem de conversores chamada de Measure Calibration Stuffing, além da contratação de técnicos especializados e tecnologia. Os investimentos devem se estender até o terceiro trimestre de 2011.

Os requisitos da lei brasileira voltada para adoção do Euro 5 já motivaram a aplicação de diversas tecnologias pela Walker para pós-tratamento de gases, como o DOC (Diesel Oxidation Catalyst), SCR (Selective Catalytic Reduction), DPF (Diesel Particulate Filter) e Elim-NOx (Sistema de Injeção e Gerenciamento de Dosagem de Ureia).

“A Walker fornecerá essas tecnologias às principais montadoras de caminhões, ônibus e motores do Brasil”, afirma Fernando Petrolino, diretor de engenharia e vendas da Walker para a América do Sul. Segundo ele, o Centro de Desenvolvimento no Brasil atende também a Coréia do Sul.

Petrolino explica que a Walker estará apta a desenvolver e fabricar produtos em total acordo com as normas da legislação Euro 5, cujos limites de emissões serão de 2g/kWh de NOx (óxidos de nitrogênio), 0,46 g/kWh de HC (hidrocarbonetos), 1,5 g/kWh de CO (monóxido de marbono), 0,02 g/kWh de Materiais Particulados e 25 ppm de NH3 (amônia) no ciclo ESC (European Stationary Cycle).

Euro 6

Enquanto investe para atender a Euro 5, a Walker já planeja investimentos visando também à legislação Euro 6, que entra em vigor para homologação de novos veículos na Europa em 2013 e pode chegar ao Brasil por volta de 2017.

“A Euro 6 é bem mais rigorosa e demandará a contratação de novos engenheiros e técnicos que possam suportar a fase de desenvolvimento do produto e o processo de manufatura. Os investimentos para a Euro 6 devem acontecer entre 2015 e 2016 e também englobarão novas ampliações de nosso parque fabril”, finaliza Petrolino.

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