Caminhão VW Constellation e Renault Master são os comerciais com menor depreciação

Os dois modelos obtiveram as melhores avaliações no Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais 2021, da Autoinforme. Veja os vencedores das outras 7 categorias

Por REDAÇÃO AB
  • 30/07/2021 - 15:52
  • | Atualizado há 1 month
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    O Volkswagen Constellation 30.330 8x2 e o Renault Master Furgão conseguiram as melhores avaliações da 7ª edição do Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais, organizado pela agência Autoinforme, em parceria com a Textofinal de Comunicação. O caminhão obteve índice positivo de 10,7%, enquanto o comercial leve ficou com 14,1% – ambos após três anos de uso.

    “Por conta das consequências nefastas da pandemia de Covid-19 e da falta de semicondutores, o setor de caminhões e utilitários não conseguiu desenvolver sua capacidade plena. De outra parte, a demanda está superaquecida. Com isso, os compradores recorreram aos seminovos, o que explica a valorização desses veículos, mesmo depois de três anos de uso”, explicou Joel Leite, diretor da AutoInforme.



    Além dos dois modelos mais bem avaliados, outros sete se destacaram na edição deste ano. Entre os utilitários (além do Renault, vencedor na categoria furgão de carga), o Fiat Fiorino (furgoneta de carga, com - 6,2%), Kia Bongo K2500 (camioneta de carga, 13%) e o Mercedes-Benz Sprintr Van 415 (minibus, 0,5%) obtiveram as melhores avaliações em suas categorias. Já entre os caminhões, o VW Delivery Express (semileve, 8,9%), o VW Delivery 10.160 (leve, 6,3%), o Mercedes-Benz Accelo 1316 (médio, -10,1%), o Scania R 440 A 6x4 (pesado, 5,4%), além do já mencionado VW Constellation 30.330 8x2 conseguiram os melhores resultados.

    A agência Autoinforme explicou que para formar o índice de depreciação (ou, desta vez, de valorização) foram considerados os preços médios dos veículos novos praticados em maio de 2018 e seus modelos correspondentes com três anos de uso, ou seja em maio de 2021, prazo médio no qual as empresas realizam suas renovações de frota.

    “A depreciação veicular depende de vários fatores: do tamanho do veículo, da marca, da rede de revendedores, do cuidado que a marca tem em relação ao pós-vendas, ao segmento, a origem, ao fato de ter grande volume de venda, à sua aceitação no mercado. Assim, nossa expectativa é que a certificação possa servir de balizador, para uso de fabricantes e distribuidores de veículos, administradores e proprietários de frotas, bancos, financeiras e seguradoras”, completou Joel Leite.