Com flex, Kia quer vender 18 mil unidades do Soul

Produção do bicombustível será exclusiva para o Brasil.

Por Giovanna Riato, AB
  • 30/03/2011 - 18:10
  • | Atualizado há 2 months, 1 week
  • 2 minutos de leitura

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    Giovanna Riato, AB

    A Kia apresentou nesta terça-feira, 29, a versão flex do Soul. Com o modelo, a marca pretende dar mais um passo para ampliar as vendas no mercado brasileiro. A projeção é vender 18 mil unidades em 2011, com possibilidade de ampliar este volume a partir do ano que vem.

    O carro chega ao mercado com preço que parte de R$ 52.900 e deverá ser responsável por 17% das vendas da montadora no Brasil este ano, de 104 mil unidades previstas. O número representa uma expansão de 91% sobre o resultado de 2010. “Os lançamentos planejados para este ano permitirão aumentar o volume de vendas e manter participação do Soul em nosso mix”, explica Ary Jorge, diretor de vendas da marca.

    Entre este ano e 2012, a Kia pretende ampliar a oferta de produtos para cerca de 13 modelos. O novo Picanto e o cupê Cerato Koup devem ser lançados ainda em 2011. A chegada do utilitário, que está disponível nas concessionárias desde janeiro, já deu resultados no início deste ano. A marca emplacou 16.905 veículos no primeiro trimestre, 4.069 foram do Soul, avanço de 205% na comparação com o mesmo período de 2010.

    O motor, o primeiro flex de uma companhia coreana, foi desenvolvido pela Bosch e recebeu alterações na taxa de compressão, no software da unidade eletrônica e teve diversas peças e componentes substituídos. “O desenvolvimento foi feito por engenheiros brasileiros e coreanos”, conta Ary Jorge.

    Já faz algum tempo que a Kia afirma que só não vende volumes maiores no Brasil por dificuldades de abastecimento e problemas de logística para ampliar a importação dos veículos. Com a chegada do modelo flex a companhia estará condicionada ainda ao volume que a fábrica coreana montará do versão, produzida com exclusividade para o mercado brasileiro.

    Ary Jorge afirma que não há nenhuma insegurança quanto à capacidade da matriz coreana manter o mercado brasileiro abastecido. "Não vai faltar carro. Fizemos a projeção de produção para os próximos cinco anos", conta sem revelar os números previstos pela montadora.

    Assista à entrevista exclusiva com Ary Jorge, gerente de vendas da Kia: