Fórum Automotive Business debate regime e acordos

Evento da indústria automobilística será em São Paulo em abril

Por Automotive Business
  • 13/02/2012 - 00:02
  • | Atualizado há 2 months, 1 week
  • 3 minutos de leitura

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    Paulo Ricardo Braga, AB

    As dificuldades na evolução do novo regime automotivo e as estremecidas relações comerciais entre Brasil e Argentina, que afetam estratégias e resultados de montadoras e seus fornecedores, serão os temas centrais de palestras e debates do terceiro Fórum da Indústria Automobilística, dia 9 de abril, no Golden Hall do WTC, em São Paulo. No principal espaço destinado a eventos do gênero na capital paulista, Automotive Business, promotora da iniciativa, pretende reunir mais de 800 profissionais da cadeia de produção e distribuição na análise de estratégias que elevem nossa capacidade de competir diante de seus concorrentes estrangeiros.

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    O programa do Fórum abrirá com pesquisa eletrônica sobre o regime automotivo e a revisão dos acordos de livre comércio. O comportamento da cadeia de suprimentos e a compra de componentes automotivos serão avaliado em painéis com os diretores de compras Osias Galantine (Fiat Chrysler), Orlando Cicerone (GM), João Pimentel (Ford), gerente executivo da VW a ser designado e pelo presidente do Sindipeças, Paulo Butori. Os cinco foram convidados também para o Network Café, um encontro de relacionamento, tendo como convidados 60 representantes de compras e engenharia dos fabricantes de veículos leves e pesados.

    A avaliação dos cenários econômicos, conduzida pelo ex-ministro Mailson da Nóbrega, sócio-diretor da Tendências Consultoria, abrirá espaço, na segunda etapa do Fórum, para três painéis de debates, um específico para o segmento de caminhões, outro dirigido para os novos empreendimentos de montadoras, incluindo newcomers, e um terceiro sobre a visão dos atuais fabricantes de veículos sobre a evolução dos negócios.

    Serão apresentadas, ainda, entrevistas online ou gravadas pela webTV Automotive Busines com personagens, entidades e representantes do governo interessados em incentivar a competitividade da indústria automobilística. Durante o workshop de relacionamento com compras e engenharia, haverá também um encontro com profissionais de recursos humanos.

    Três dezenas de patrocinadores estarão expondo em estandes no ambiente do Golden Hall. Confira aqui mais informações sobre a terceira edição do Fórum da Indústria Automobilística.

    FORTALECER A INDÚSTRIA

    Com um mercado interno atrativo, que pode absorver 3,8 milhões de veículos em 2012 e consolidar a posição de quarto maior do mundo em vendas, o País atravessa momento decisivo para definir o perfil do parque industrial, investir em infraestrutura e traçar políticas para integrar o grupo de fabricantes que comandam a direção dos empreendimentos e da inteligência automotiva global – tudo como disse o presidente da Anfavea, Cledorvino Belini, quando tomou posse no comando da entidade, em 2010, no Clube Monte Líbano, em São Paulo.

    “O País deve enfrentar as questões que afetam a competitividade de sua indústria para fabricar carros com peças brasileiras, promover a qualificação profissional e estimular os investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação para ficar em posição destacada na indústria automobilística mundial”, observou, em memorável discurso.

    O governo respondeu ao pleito com decretos de alcance ainda limitado para atender o pleito de Belini. Até agora, apenas medidas de alcance protecionistas, originadas no Decreto 7567 e portarias do MDIC, foram tomadas para estimular investimentos e o conteúdo local dos sistemas automotivos, mas o ministro Fernando Pimentel garante que vamos entrar na segunda etapa do programa de competitividade para a indústria automobilística, quando então começará a mudar o patamar de eficiência da cadeia de produção, alavancada pela inovação.

    Enquanto negocia com investidores interessados em investir na produção de veículos no País, engrossando o nível de aportes que pode ultrapassar R$ 64 bilhões entre 2010 e 2015, o MDIC trata também de passar a limpo as relações comerciais com o México e Mercosul, recuperando a força dos acordos de livre comércio.