Lucro líquido da CNH sobe 1,7% em um ano

Resultado de 2016 supera o do ano anterior ao atingir US$ 482 milhões

Por REDAÇÃO AB
  • 14/02/2017 - 19:16
  • | Atualizado há 2 months
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    O lucro líquido do Grupo CNH registrou aumento de 1,7% em um ano ao atingir US$ 482 milhões em 2016, de acordo com comunicado da companhia. A receita consolidou-se em US$ 24,8 bilhões em 2016, representando queda de 4% sobre o ano anterior, enquanto o faturamento líquido recuou na mesma proporção, de 4,1%, para US$ 23,6 bilhões. A companhia reúne marcas dos segmentos de caminhões (Iveco, Magirus); máquinas agrícolas e de construção (Case e New Holland) e motores (FPT).

    “Embora o mercado de equipamentos agrícolas tenha permanecido em níveis de demanda historicamente baixos em 2016, nosso desempenho ficou alinhado com nossas expectativas e tivemos progressos significativos na redução de estoques”, disse em nota o CEO da CNH Industrial, Richard Tobin.

    O faturamento líquido diminuiu 8,2% na divisão de máquinas agrícolas, em função de desempenho desfavorável em algumas culturas nas regiões Nafta (América do Norte) e EMEA (Europa, Oriente Médio e África). Já na América Latina as vendas líquidas aumentaram impulsionadas pela melhora do mercado brasileiro e ao impacto positivo da conversão cambial.

    No segmento de máquinas de construção, as vendas recuaram 9,4% devido, especialmente, às regiões de Nafta e América Latina, além do realinhamento negativo de preços. Em veículos comerciais, as vendas ficaram estáveis em 2016 devido ao aumento do volume de caminhões e preços favoráveis na região da EMEA, o que compensou os volumes menores em segmentos de veículos especiais e o impacto negativo da conversão de moeda. A empresa destaca ainda o desempenho negativo na Na América Latina, devido às quedas nas vendas registradas no Brasil e na Argentina.

    “O mercado da América Latina, de modo geral, foi desafiador em todos os segmentos, mas estamos começando a ver sinais de recuperação na região, especialmente em equipamentos agrícolas, com entregas 30% superiores no quarto trimestre de 2016 em comparação ao quarto trimestre de 2015. Além disso, veículos comerciais continuam melhorando em termos de rentabilidade e participação de mercado na região EMEA”, completa Tobin.