Suzuki traz novo Grand Vitara para reestréia

Alexandre Câmara, que comanda a operação da Suzuki: ‘a imagem da marca ficou preservada’.

Por Automotive Business
  • 19/09/2008 - 00:00
  • | Atualizado há 2 months
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    Alexandre Câmara, que comanda a operação da Suzuki: ‘a imagem da marca ficou preservada’ A Suzuki já anunciou sua volta ao mercado brasileiro, no qual comercializou pouco mais de vinte mil jipes e carros a partir da abertura às importações no início da década de 90. O importador oficial apresentou o veículo que estará no Salão do Automóvel (possivelmente junto com o jipe Jimny) e dará a partida às vendas: o já conhecido Grand Vitara, um SUV médio que chega à terceira geração maior e mais sofisticado. A operação da Suzuki Veículos Brasil, comandada pelo empresário Alexandre Câmara, está nomeando a rede de distribuidores de forma cuidadosa. As concessionárias terão oficinas pequenas, para atender os veículos no período de garantia de três anos e oferecer serviços eventuais para a nova frota. Uma das preocupações do executivo, no entanto, é resgatar antigos clientes da marca. Uma pesquisa recente indicou que a Suzuki deixou saudades entre os usuários de seus jipes, entre os quais o Vitara, Grand Vitara, Samurai e Jimny. “A imagem da marca ficou preservada nestes anos” – garante Câmara, que estuda a importação também de outros veículos. Ele não revela a evolução do portifólio da Suzuki, mas é certo que virão outras versões do Grand Vitara (com três portas e também com opção de motor V6) e o Jimny, de menor porte. O SUV que começa a ser importado do Japão custará R$ 89.700 na versão mecânica e R$ 94.700 na versão automática. Ambas trazem motor de 2 litros com 140 cavalos. O principal concorrente do Grand Vitara será o Honda CR-V, com motor também de dois litros que oferece 150 cv e torque de 19,4 kgf.m (apenas com tração 4x2) por R$ 94,500 na versão automática. Os veículos da Suzuki chegarão pelo porto de Vitória e seguirão até Catalão, em Goiás, para revisão de pré-entrega. Câmara explica que o Grupo Souza Ramos tem participação acionária na operação Suzuki, mas garante que ela é totalmente independente da representação da Mitsubishi, também da Souza Ramos. “O jogo é claro e as duas marcas conhecem a situação” – afirma.