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Mercado | 26/09/2014 | 17h01

Álvaro Sandre assume direção da Bramont

Executivo quer mexer na rede Mahindra e vender 160 carros/mês

MÁRIO CURCIO, AB

Álvaro Sandre é o atual diretor comercial da Bramont. O executivo assumiu o posto de Jean Anwandter, está há 60 dias no cargo e falou a Automotive Business sobre os veículos Mahindra durante o lançamento do utilitário M.O.V., novo nome do antigo Scorpio, um 4x4 com sete lugares e novo motor turbodiesel (veja aqui).

O veículo estava fora de linha por falta de um motor adequado ao Proconve P7, programa de controle de emissões em vigor desde janeiro de 2012, e por isso os pontos de venda Mahindra contavam apenas com picapes de cabine simples ou dupla. Acompanhe a entrevista ao executivo.

Automotive Business – A Mahindra vendeu pouco mais de 3 mil veículos no Brasil (3.197 unidades) desde que começou a montá-los aqui em 2007. Como manter uma rede com um volume tão baixo?

Sandre - Não dá, é o ponto básico. Queremos equalizar a rede. Muitos concessionários não são exclusivos, revendem Mahindra e seminovos, muitas vezes da própria Mahindra e de outras marcas com motor a diesel. A maioria está nas Regiões Sul, Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

Quantas concessionárias a Mahindra teve e quantas são atualmente?

A marca chegou a 60 e hoje está em 40 unidades. A partir de janeiro haverá uma reavaliação e reestruturação da rede. Os concessionários terão de investir. Hoje o padrão é falho. Quero algo como estrutura de pós-venda, boxe individual e uniformes, por exemplo.

Mas isso pode provocar o fechamento de mais revendas...

Alguns devem sair e outros, entrar. Deveremos manter cerca de 40 unidades. (nota da redação: durante a entrevista, Sandre reconheceu a necessidade dos atuais revendedores de trabalhar com outras marcas).

Qual o volume de vendas esperado para o M.O.V. nos próximos meses?

Para 2015, a partir de janeiro, esperamos uma média mensal de 80 unidades do M.O.V. e outras 80 de picapes. Cinquenta por cento de nossas vendas são focadas em trabalho. Já vendemos pelo Finame e MDA.

E os tratores Mahindra, como andam?

Neste momento é o nosso melhor negócio por causa das linhas de financiamento; nossos tratores são voltados à agricultura familiar. Até o momento foram vendidos 500 tratores. Devemos fechar o ano com 700. A fábrica de Dois Irmãos (RS) tem capacidade para mil máquinas por ano.



Tags: Mahindra, Bramont, Álvaro Sandre, Scorpio, M.O.V., concessionários.

Comentários

  • Fábio Lima

    Já experimentei a Scorpio, muito rústica, porém com bom desempenho, a Mahindra precisa melhorar muito para ser mais agressiva no mercado, principalmente quando falamos sobre pôs-vendas, não se permite nos dias de hoje ficar com um veículos por 90 dias em manutenção por falta de peças, situação em que usuários de Mahindra sofreram.

  • Feliciano JR

    Bem lembrado no comentário do Amigo Fábio Lima , o pós vendas é precário , embora o veículo seja muito resistente e robusto e não dá problema , jipão mesmo !! mas em São Paulo por exemplo , eles usam uma oficina " boca de porco " na rua augusta , credenciada Bosch ! e assim vão levando !!

  • Lucas

    Só vale lembrar que o Sr. Alvaro Sandre destruiu juntamente com Paulo Izzo o maior negócio de Motocicletas no nosso País a (HDSP e LPAP). Problemas com Pós Vendas, Administração, Funcionários, Débitos gigantescos com relação a impostos, problemas com TUDO. Ele é um especialista em fazer pilantragem, tomem cuidado.

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