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Venda de pneus cresce 10% em março e 5,4% no trimestre

Balanço | 13/04/2021 | 14h28

Venda de pneus cresce 10% em março e 5,4% no trimestre

Foram comercializados quase 5 milhões de pneus em março, o que representa avanço de 11% na comparação com um ano atrás

REDAÇÃO AB

Em seu balanço mensal, divulgado na terça-feira, 13, a Anip (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos) informou que o setor contabilizou crescimento de 9,9% na venda total de pneus em março, em relação ao registrado em fevereiro. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a alta foi ainda maior, de 11%.

O desempenho do setor também foi positivo no primeiro trimestre deste ano, com avanço de 5,4% sobre o obtido nos primeiros três meses de 2020. Em unidades, isso significa 14,072 milhões de pneus vendidos no acumulado deste ano, contra 13,353 milhões comercializados no mesmo período de 2020.

Foram vendidos 4,967 milhões de unidades no terceiro mês do ano, com destaque para o segmento de comerciais leves, que respondeu por 24,7% do total, seguido pelo de motocicletas (17,5%) e de carga (11,9%). No ano passado, o total vendido no período foi de 4,474 milhões de pneus.

O bom resultado do setor se refletiu nas vendas para montadoras e nas direcionadas para o mercado de reposição. Na primeira, o total foi de 1,162 milhão de pneus – aumento de 17,4% sobre fevereiro – enquanto a segunda respondeu por 3,806 milhões de unidades (alta de 9,2% frente ao mês anterior).

Já a balança comercial do setor de pneumáticos acumula déficit de US$ 14,610 milhões no trimestre, com resultado 67,6% inferior ao registrado no mesmo período de 2020. Quando considerada a quantidade de pneus, são 8,533 milhões de unidades importadas a mais que o total exportado. Foram 3,291 milhões de exemplares enviados para o exterior, contra 6 milhões trazidas de outros países.



Tags: Balanço, Anip, pneus, venda, comercialização, comerciais leves, motocicletas, carga, exportação, importação, balança comercial, déficit.

Comentários

  • FelipeCunha

    Oresultado do comércio no 1º trimestre de 2020 foi altamente prejudicado pela 1ª onda da pandemia do COVID 19, onde praticamente todos os fabricantes paralisaram suas produções e também fechamento de todo o comercio. Em 2021 o impacto da 2ª onda foi bem menor tanto nas indústrias, como no comércio como um todo, onde a população já se moldou mais fortemente ao e-commerce, sem necessidade de ir fisicamente ás lojas que possivelmente estariam fechadas. O comparativo de trimestre x trimestre trás algumas distorções ao meu ver, o ideal seria a média mês de 2020 x a média mês de 2021, acredito que teríamos uma comparação mais embasada, amenizando os prejuízos mercadológicos pontuais da 1ª onda.

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