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Política e Legislação | 02/11/2010 | 15h15

Sidetur promete recorrer de estatização na Venezuela

Chávez diz que empresa cobra preços altos.

Clarissa Mangueira, Agência Estado

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Clarissa Mangueira, Agência Estado

Um dia após o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciar planos para estatização da siderúrgica Sidetur, a companhia divulgou comunicado classificando a medida de injusta e afirmando que a expropriação deveria ocorrer somente com uma ordem judicial. A empresa também pediu um pagamento antecipado do governo por qualquer expropriação de seus ativos.

A Sidetur possui 42% do mercado local de vergalhões e capacidade de produção de 835 mil toneladas de aço bruto. Chávez, que nacionalizou centenas de empresas nos últimos anos num esforço para transformar a economia do país rica em petróleo para o socialismo, anunciou a estatização da Sidetur durante seu programa de televisão e convocou a Guarda Nacional para tomar imediatamente o controle de várias fábricas da siderúrgica.

O presidente venezuelano afirmou que umas das razões para a decisão é que a companhia cobra "preços muito altos por seus produtos". Em resposta ao anúncio de Chávez, a Sidetur indicou que planeja lutar legalmente contra qualquer esforço do governo para tomar o controle de suas fábricas.

Segundo a página da Sidetur na internet, a empresa é uma subsidiária da Siderúrgica Venezolana (Sivensa), uma companhia que tem sido "pioneira" na produção de aço na Venezuela desde sua fundação em 1948. As informações são da Dow Jones.



Tags: Sidetur, Venezuela, siderurgia, aço.

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