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500x

500X é o novo crossover compacto da Fiat

Ao se preparar para entrar entrar em ação, um italiano no auge de sua terceira idade vai tomar seu milagroso remedinho azul. Por descuido, a pílula sai pela janela e, quicando de telhado em telhado em uma vila, acaba caindo dentro do tanque de combustível de um Fiat 500. O modelo “toma corpo”, cresce e se transforma no 500X. A história bem-humorada é o roteiro do anúncio de TV do novo modelo da marca italiana, apresentado no Salão do Automóvel de Paris, na quinta-feira, 2.
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Redação AB

03 out 2014

2 minutos de leitura

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O novo 500X, grande lançamento da Fiat no Mondial de l’Automobile, amplia o portfólio da companhia para o segmento de mini SUVs e deve dar impulso para as vendas. O modelo, que começa a ser comercializado na Europa em novembro, será vendido em mais de 100 países em todo o mundo, incluindo os Estados Unidos. No entanto, não há previsão de chegada ao Brasil. “Não faz parte dos planos da Fiat levar quaisquer outros veículos da família 500 para o mercado brasileiro”, assegurou Marco Antônio Lage, diretor de comunicação e sustentabilidade da Fiat Chrysler para a América Latina.

O executivo ainda afastou a possibilidade de retorno da Alfa Romeo ao Brasil, pelo menos em curto prazo. “Nossa prioridade agora é fortalecer a rede Chrysler”, disse. A Jeep, uma de suas marcas, será a primeira a produzir na nova unidade pernambucana, em Goiana,, que deve entrar em operação no primeiro semestre de 2015 com a montagem do Renegade, primeiro SUV pequeno da marca (exposto também no salão em Paris juntamente com a nova Grand Cherokee SRT Red Vapor e a nova série especial Wrangler Unlimited “X Package”). Porém, não significa que a Jeep será a única a ter seus carros saindo da planta de Goiana. Segundo o diretor, outras marcas do grupo Fiat Chrysler Automobiles poderão utilizar a estrutura de acordo com a necessidade.

A preocupação com os resultados da indústria também está no foco na Fiat. A recuperação depende da oferta de crédito e da confiança do mercado na economia. Para a italiana, o resultado das eleições presidenciais devem afetar a credibilidade e a possibilidade de recuperação. “Mas não esperamos crescimento do setor para esse ano ou o próximo”, lamenta Lage.