
Na visão dos empregadores entrevistados, os principais desafios da mobilidade corporativa são o custo (18%), o tempo de deslocamento (18%), a lotação (16%) e a segurança dos funcionários (15%). Para os trabalhadores, os maiores desafios são o tempo de deslocamento (31%) e a lotação dos transportes (32%).
Para 7 em cada 10 funcionários, o carro próprio e o transporte público, os meios mais utilizados para ir ao trabalho, deixaram de ser interessantes. A explicação é a ineficiência do transporte público e o encarecimento do custo para compra de veículos novos e seminovos, assim como a alta do combustível, que tornou o veículo próprio inviável.
Todos esses desafios de custo, tempo e qualidade da viagem entre casa e escritório desestimulam a volta do trabalho presencial. Cerca de 70% dos colaboradores são contrários a volta do trabalho presencial por entenderem que o home office trouxe mais equilíbrio entre o bem-estar e a rotina de trabalho.“Este panorama envolvendo transporte e retorno à atividade presencial colocou a mobilidade como tema estratégico para as empresas, e uma demanda urgente para o RH”, afirmou o CEO do Fretadão, Antônio Carlos Gonçalves.
“Nesse cenário, as alternativas de mobilidade urbana podem fazer grande diferença, como o uso de veículo fretado compartilhado que promove uma melhor experiência para os usuários, bem como uma camada consistente de tecnologias como inteligência artificial para uma gestão de rotas mais assertiva cobrindo melhor variáveis como custo e tempo”, completou o executivo.
O estudo do Fretadão escutou mil profissionais, sendo 503 entrevistas realizadas com gestores e 497 com empregados nas cidades de Belém, Belo Horizonte, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo (capital, região metropolitana, interior e litoral).