
Para os organizadores, foi um bom desempenho, diante da crise internacional que afetou o setor automotivo e afastou do evento marcas importantes como Honda, Mitsubishi e Nissan.
O jornalista Fernando Calmon considera que o salão deste ano perdeu parte do brilho, mas trouxe trinta estreias mundiais dignas de nota.
Calmon registra que alguns acreditam que Frankfurt marcou a grande guinada aos elétricos. Os prudentes preveem nada além de 1% ou 2% do mercado mundial em quatro a cinco anos e que motores convencionais e mesmo os híbridos teriam um importante papel numa longa – e cheia de obstáculos – transição.