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À beira do terceiro choque do petróleo
O preço do barril de petróleo avançou 1000% em nove anos, chegando a US$ 125,96 no final da semana passada, segundo artigo do caderno de economia do Estadão de domingo, 11. O petróleo representa hoje 36,7% da matriz energética, que tem 16% de produtos derivados da cana de açúcar. O país consome 1,751 milhão de barris por dia e produz 1,727 milhão de barris, dependendo de importações. No primeiro choque, em 1973-74, o petróleo representava 45,6% da matriz energética e o Brasil produzia 174 mil barris por dia, consumindo 844 mil barris/dia. Delfim Neto, que era o ministro da Fazenda quando o Brasil enfrentou o primeiro choque do petróleo, acredita que o mundo está vivendo o terceiro choque. Ele entende que o país está mais bem preparado para enfrentá-lo. “O petróleo que temos é para daqui a quatro anos. Não acho que devemos nos tornar grandes exportadores. O petróleo tem de ser reservado para seus usos mais valiosos, ou seja, setor petroquímico” – disse ao jornalista Leandro Modé.
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12 mai 2008
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