logo

none

A estratégia da Marcopolo diante da crise

“Os negócios seguem seu ritmo normal, mas estamos avaliando a situação”, disse ao Estadão de hoje o diretor de relações com investidores da Marcopolo, Carlos Zignani. Como a análise deve demorar, a conclusão do planejamento para 2009, prevista para o fim de setembro, foi adiada até a situação do mercado ficar mais clara. Um dos reflexos da crise internacional já percebidos pela Marcopolo são as linhas de crédito para exportação, que ficaram mais caras e seletivas. “Não temos tido dificuldade para obter financiamentos, mas o custo está mais elevado”, constata Zignani. A Marcopolo mantém investimentos em duas novas unidades industriais no exterior, com recursos próprios e financiamentos tomados com instituições locais. A fábrica da Índia, que custou US$ 100 milhões, está praticamente pronta. A do Egito, de US$ 50 milhões, entra em operação em 2009.
Author image

cria

08 out 2008

1 minutos de leitura