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A força da tecnologia

O Facebook adquiriu o WhatsApp por US$ 16 bilhões e vai gastar mais US$ 3 bilhões para distribuir em ações para os funcionários da empresa. Com 1 milhão de adesões ao serviço por dia, o aplicativo de mensagens instantâneas ameaça a lucratividade das operadoras que exploram o serviço de SMS.
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Redação AB

20 fev 2014

3 minutos de leitura

Cogitava-se que o WhatsApp seria vendido para a Google ou Facebook no início de 2013 por algo em torno de US$ 1 bilhão, quantia parecida com que o Facebook pagou pelo aplicativo Instagram. Pois bem, o recorde foi quebrado, 16 vezes o valor de então.

Quando imaginaríamos que coisas assim pudessem acontecer em intervalos tão pequenos? O GPS tão revolucionário, é quase item de museu. Programas como o Waze, que agora pertence ao Google depois de a empresa de tecnologia ter pago US$ 1,6 bilhão aos israelenses que inventaram o aplicativo, podem rodar nos smartphones e informam em tempo real as condições de tráfego.

Falando em smartphones, pelo preço de um bom CD player alguns anos atrás, você compra um telefone, uma máquina fotográfica, GPS, calculadora, computador, agenda, e outro milhão de coisas que você pode baixar das lojas de aplicativos. A competição entre eles é tal que a hegemonia dos iPhones e Samsungs começam a balançar pela oferta de velhos líderes (Motorola e Nokia) que vendem produtos muito bons a um terço do preço dos famosos. O preço vai cair, as funcionalidades aumentarão e coisas inimagináveis até pouco tempo serão realidade em poucos meses.

Um aplicativo para smartphones será lançado no final do mês de fevereiro para paulistas e cariocas interessados em carona. Quem dá a carona receberá dinheiro por isso e calcula-se que será 30% mais barato que o que cobrado pelos táxis. Estimativas são de que seja possível ganhar 60 reais por hora. Veja mais em www.zaznu.co.

Mas o que mais me fascina é ver o quanto a tecnologia vai impactar a relação do empregador com o empregado e vice-versa. Empresas como Google e Coca-Cola já usam big data para escolher os melhores funcionários. Candidatos usam novas empresas de RH para escolherem as empresas de seus sonhos. O jogo está apenas começando. Vislumbro um futuro promissor e criativo, em que, auxiliados pela tecnologia, nos daremos conta de que é possível trabalhar de maneira mais produtiva, inteligente, preservando nossa saúde, nosso planeta. Como cidadãos devemos cobrar de nossos governantes que essas tecnologias sejam usadas também na gestão pública.

A internet é o vetor de todo esse desenvolvimento. Permite que possamos trabalhar em home offices, que tenhamos acesso imediato ao que há de mais moderno e que possamos inventar algo e distribuir ao mundo todo em questão de dias. Você pode não gostar das redes sociais, pode achar um saco ter que preencher seu perfil no Linkedin, pode reclamar que gastamos horas conectados quando deveríamos interagir mais com a natureza, mas eu desafio aos mais velhos que comparem como é trabalhar hoje e há vinte anos. Acho que o passado só é mais bonito porque o vemos a distância, longe dos problemas que nele existiam. Foi filtrado! Já dizia Henry Ford, o melhor carro é o novo. Sou fã da tecnologia, acho que graças a ela vivemos mais e melhor. No futuro, logo ali, encontram-se as respostas para muitos problemas que ainda vivenciamos.