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A nacionalização da GM e a montadora brasileira

O sindicato dos metalúrgicos de São José dos Campos volta à carga: se a General Motors nos Estados Unidos tem o governo como controlador, por que não repetir a fórmula no Brasil?
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cria

04 jun 2009

1 minutos de leitura

Os dirigentes da entidade recomendam a estatização da montadora e a estabilidade no emprego, batendo na mesma tecla da campanha feita no ano passado e que acabou mobilizando toda a cidade para tomar partido na disputa com a GM. Venceu a montadora, que ameaçava cancelar os investimentos na fábrica local.

Há quem acredite ainda na constituição de uma montadora brasileira. No país há apenas iniciativas do gênero em nichos, para pequenos volumes. O fim da Gurgel demonstrou que há dificuldades muito grandes a serem superadas para levar adiante empreitada do gênero, começando pela mobilização de recursos e tecnologias.

A idéia da montadora brasileira sobrevive e voltou à tona quando a operação local da GM foi colocada em xeque diante da concordata da matriz.

Com a consolidação de operações automotivas em todo o planeta, a idéia entra na contramão das tendências, mesmo com o suporte do governo e suas instituições financeiras.