Os dirigentes da entidade recomendam a estatização da montadora e a estabilidade no emprego, batendo na mesma tecla da campanha feita no ano passado e que acabou mobilizando toda a cidade para tomar partido na disputa com a GM. Venceu a montadora, que ameaçava cancelar os investimentos na fábrica local.
Há quem acredite ainda na constituição de uma montadora brasileira. No país há apenas iniciativas do gênero em nichos, para pequenos volumes. O fim da Gurgel demonstrou que há dificuldades muito grandes a serem superadas para levar adiante empreitada do gênero, começando pela mobilização de recursos e tecnologias.
A idéia da montadora brasileira sobrevive e voltou à tona quando a operação local da GM foi colocada em xeque diante da concordata da matriz.
Com a consolidação de operações automotivas em todo o planeta, a idéia entra na contramão das tendências, mesmo com o suporte do governo e suas instituições financeiras.