A diretoria da ABAG – Associação Brasileira de Aviação Geral, promotora, espera que a feira consolide negócios na ordem de US$ 400 milhões. Em 2008 foram movimentados US$ 350 milhões no evento.
“No momento entre os países do Bric o Brasil é o foco das indústrias voltadas à aviação executiva”, afirma Rui Aquino, presidente da ABAG. Ele destaca que o país começou a ser visto como a bola da vez em junho, durante o Paris Air Show.
“Enquanto países de economia consolidada, como os Estados Unidos, sofrem com o desaquecimento dos negócios nesse setor, o Brasil segue em sentido oposto” – assegura Aquino.
O Brasil tem frota de 12.178 aeronaves, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil. Os Estados Unidos têm uma frota de 170 mil aeronaves, mas estão com o mercado desaquecido, ao contrário do Brasil. “Isso está atraindo as empresas para cá”, afirma Aquino.
A francesa Dassault Falcon já concluiu o processo de certificação de um centro de serviços na cidade de Sorocaba, SP. No segmento de helicópteros, a francesa Eurocopter anunciou durante o Paris Air Show que por intermédio da Helibrás criará uma nova fábrica no país voltada para o modelo EC 725, que teve 50 unidades adquiridas pelas Forças Armadas Brasileiras. Os franceses também têm a intenção de criar um centro de simuladores no Rio de Janeiro.
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