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Abeiva contrata Miguel Jorge para apresentar proposta ao governo

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pedro

09 nov 2011

2 minutos de leitura

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Pedro Kutney, AB

O ex-ministro do Desenvolvimento e agora consultor Miguel Jorge (foto) foi contratado pela associação dos importadores sem fábricas no Brasil, a Abeiva, segundo informou na quarta-feira, 9, o presidente da entidade, José Luiz Gandini. O objetivo é aproveitar o bom trânsito de Jorge para buscar uma aproximação com o governo, tentando tirar da gaveta um projeto que era apoiado pelo ex-ministro: a tributação de veículos baseada na eficiência energética e emissões de CO2. Para isso também será contratada a IHS, antiga CSM, que quando Jorge era ministro já havia preparado um estudo com propostas para adoção do sistema no País.

“Claro que é só uma proposta, mas queremos apresentar alternativas a essa política protecionista”, disse Gandini, defendendo que o governo deveria incentivar a produção de carros melhores, mais eficientes e menos poluentes, em vez de taxar os importados sem cobrar evoluções da indústria instalada no Brasil.

Gandini afirma que já não espera por um recuo do governo na questão do aumento do IPI a partir de 15 de dezembro próximo. “Isso já está feito. O que vamos tentar é influenciar o período que vem depois do Decreto 7567, para que seja adotada uma política industrial sem protecionismo”, garantiu. O temor, segundo o presidente da Abeiva, é que o governo decida estender o plano como está para além de 2016, “como já ouvimos rumores”, disse.

Miguel Jorge parece ser um parceiro engajado com o discurso da Abeiva. Em setembro passado, logo após o anúncio do aumento de 30 pontos porcentuais no IPI para veículos importados de fora do México e Mercosul, o ex-ministro declarou que as medidas eram “estranhas e desnecessárias”.

Assista abaixo a entrevista exclusiva de José Luiz Gandini a ABwebTV