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Abeiva pede livre comércio internacional

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cria

13 mai 2011

2 minutos de leitura

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Redação AB

A Abeiva, associação dos importadores de veículos sem fábrica no Brasil, contestou nesta sexta-feira, 13, a medida do governo que dificulta as importações de veículos. A entidade afirmou ser contra as barreiras ao livre comércio internacional e destacou que a produção nacional não alcança todos os segmentos do mercado e, portanto, as importações do setor são necessárias.

A entidade, que reúne 30 marcas e representa 4,9% do mercado nacional, apontou que até agora os importadores foram informados sobre as novas regras somente pelo Siscomex (Sistema de Comércio Exterior). No comunicado, a Abeiva destacou que apoia a decisão do governo de retaliar a Argentina, já que o país tomou medidas protecionistas contra produtos nacionais e quebrou acordos bilaterais.

Apesar disso, a associação defende que a nova regra deveria ter sido direcionada apenas ao país. A decisão do governo, no entanto, obedece ao determinado pela Organização Mundial do Comércio, que proíbe que uma medida seja imposta somente em relação a um país.


Histórico


Na última terça-feira o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior adotou o licenciamento prévio não-automático para a importação de veículos. Segundo o governo, a medida tem em vista conter a avalanche de modelos importados no País já que, no primeiro quadrimestre do ano, o segmento cresceu 28,5% no mercado.

No entanto, a determinação tem outro alvo. Especula-se que o objetivo real da regra seja barrar a entrada de produtos argentinos no Brasil. O país tem dificultado a entrada de uma série de itens nacionais, como máquinas agrícolas.