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Abeiva propõe cotas em troca de imposto de importação

Os importadores de veículos de marcas que não têm fábricas no Brasil pretendem procurar o governo federal nos próximos dias para propor a troca da cobrança do Imposto sobre Produtos Importados (II) por um regime de cotas. O descontentamento do grupo com a alíquota do imposto, de 35%, não é nova. Mas a idéia de propor as cotas e zerar o II surge como plataforma de gestão de Jörg Henning Dornbusch, presidente da BMW Brasil, que no mês passado assumiu o comando da Abeiva. “Se a intenção é controlar a entrada de carros estrangeiros, a cota funciona muito bem”, afirma Dornbusch. O executivo não tem calculado o tamanho da cota ideal. Principalmente porque o atual vigor do mercado faz com que as projeções de vendas mudem a cada dia. A alíquota de 35% vale para os veículos trazidos dos países com os quais o Brasil não tem acordo de intercâmbio comercial. Sobre os que vêm da Argentina ou México não incide imposto.
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Redação AB

23 mai 2008

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