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Abeiva: vendas crescem 13,8% em novembro

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cria

15 dez 2011

3 minutos de leitura

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Redação AB

A Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos (Abeiva) encerrou novembro com vendas 13,8% superiores às de outubro, para 15.098 unidades. Na mesma comparação, a participação das associadas no mercado total caiu de 5,03% para 4,95%. O resultado ainda é reflexo da corrida dos consumidores que anteciparam as compras por causa do repasse do aumento do IPI para veículos importados.

O presidente da entidade, José Luiz Gandini, declarou em nota que os dados de mercado “são consequência do momento conturbado do setor de importação de veículos criado pelo Governo Federal, por meio do decreto 7.567”. O executivo acrescentou que o setor é balizador do mercado brasileiro de automóveis quanto a preços, tecnologia e design. “Por isso, ainda esperamos uma manifestação de bom senso do Governo Federal”. Entretanto, o Governo demonstrou que não voltará atrás quanto ao aumento da alíquota em 30 pontos porcentuais para veículos que não têm 65% de conteúdo nacional, medida que entra em vigor nesta sexta-feira, 16 (leia aqui).

Apesar do decreto, a Abeiva não revisou as previsões de vendas para o ano. Em setembro, a entidade divulgou projeção de 185 mil veículos, entre automóveis e comerciais leves. No acumulado até novembro, o País consumiu 180.215 unidades importadas de empresas que não têm fábrica aqui, volume 94% superior ao registrado em igual período do ano passado. Na prática, as vendas totais de dezembro deveriam ser de 4,7 mil unidades para bater a meta da entidade.

Marcas

Das 27 marcas associadas à Abeiva, a coreana Kia Motors mantém a liderança das vendas no acumulado com 72.204 unidades, o que significou aumento de 47,8% na comparação com mesmo período do ano passado. A JAC, consolidada na segunda posição, encerrou os onze meses do ano com a entrega de 21.323 veículos, seguida pela conterrânea chinesa Chery, com crescimento de 246,2%, para 19.426 unidades.

Apenas três empresas observaram queda nas vendas deste ano, Chrysler, Dodge e Lamborghini, 22%, 31% e 28%, respectivamente, para volumes de 542 Chrysler, 1.736 Dodge e 18 Lamborghini.