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O projeto, iniciado em 2007, perdeu fôlego diante da crise financeira e passou por mudanças para atender às empresas associadas. O novo planejamento pretende ampliar as vendas para África do Sul, Alemanha, Angola, Argentina, Chile, China, Colômbia, Peru, Venezuela, México, Estados Unidos, Índia e Rússia e Itália.
Haverá recursos de R$ 8 milhões para os próximos três anos. Para fortalecer a imagem dos fabricantes de bens de capital brasileiros, foi criado o portal www.brazilmachinery.com, com versões em espanhol e inglês.
Entre as ações setor está a participação em 24 feiras no exterior, que beneficiarão 200 empresas. A Abimaq estuda com a ABNT a possibilidade de adotar o selo Brazil Machinery Solutions como um indicador de qualidade no País, já que o principal desafio do setor é promover no mundo a ideia de que o Brasil produz tecnologia.
Meta
A entidade projeta alcançar uma expansão de 5% nos próximos três anos nas exportações das empresas participantes na comparação com as companhias que não são apoiadas. O market share nos países prioritários da América do Sul também deve crescer 5% neste período.
A Abimaq aponta que 30% do faturamento do setor é gerado com exportações. Em 2008, metade das vendas externas foi para países desenvolvidos, o que sugere a qualidade do maquinário nacional.
A entidade reconhece que falta postura exportadora por parte das empresas. Com perfis diversos, é difícil as companhias desenvolverem projetos de vendas externas no médio prazo. A situação pode gerar problemas no pós-venda, o que cria uma imagem negativa do Brasil no exterior.
