“Em instante que o mercado se recupera, seria interessante conceder mais ajuda para um setor que vai crescer e gerar muitos empregos no Brasil daqui para a frente” — afirmou o dirigente.
Takeushi explica que a decisão de repassar o reajuste de 3% para o preço final de motos e bicicletas depende da estratégia de cada montadora. Para ele, o valor “representar muita coisa” para um consumidor que busca um produto com características populares.
O presidente da Abraciclo assegura que os financiamentos ainda não retomaram o ritmo pré-crise: o consumidor enfrenta muita restrição das financeiras, que estão mais cautelosas quanto à inadimplência.
A entidade reivindica junto ao governo incentivos para exportação de bicicletas. O setor busca mais competitividade na carga tributaria para fazer frente aos chineses, que produzem 80,7 milhões de bicicletas por ano.