
“O escritório servirá para expansão das atividades na Capital Federal, acompanhamento e apoio com informações e esclarecimentos para os projetos de lei no congresso”, recorda Gonçalves. A nova base em Brasília deve aumentar o relacionamento e intercâmbio da associação com órgãos públicos e autarquias.
O economista Tiago Nunes Mello foi contratado pela Abraciclo como supervisor de relações institucionais da entidade. A presença em Brasília é necessária por causa da frequente apresentação de projetos de lei criados sem embasamento técnico, que, se aprovados, causariam problemas aos fabricantes de motos e usuários.
Entre eles há propostas para limitação da velocidade final de qualquer moto em 110 km/h, obrigatoriedade de colete airbag (sem eficácia comprovada) e reprodução da placa no capacete (em tese incapaz de reduzir a violência). A entidade também está lá para defender a melhora na formação dos condutores e divisão da habilitação para motos em três categorias, A1 para cicloelétricos e ciclomotores até 50 cc, A2 para modelos de 50 a 350 cc (maior fatia do mercado) e A3, para motocicletas acima de 350 cc ou que tenham potência superior a 40 cv.