O estudo, realizado com duzentos profissionais de grandes empresas nos Estados Unidos, constatou que para 79% dos entrevistados manter um contrapeso entre trabalho e lazer é importante. Apesar disso, 53% reconhecem que trabalham durante seu tempo livre.
Jovens e os profissionais sem dependentes são os menos propensos a trabalhar nas férias. Apenas 38% dos representantes da Geração Y (nascidos após 1979) relataram trabalhar nas férias, em contraposição a 71% dos “Baby Boomers” (nascidos antes 1964), e 49% da Geração X (nascidos entre 1965 e 1978).
Menos da metade (44%) dos profissionais sem dependentes respondeu trabalhar nas férias, contra quase dois terços (61%) daqueles com dependentes.
A pesquisa também apontou que homens e mulheres diferem na maneira de trabalhar nas férias – 94% dos homens que disseram trabalhar no período de folga afirmaram que lêem e respondem emails, contra 83% das mulheres.
Homens se mostraram mais propensos a atender chamadas de telefone de seus supervisores ou colegas (77% dos homens e 65% das mulheres), e participam de audioconferências relacionadas ao trabalho (52% contra 44%).