
Segundo o executivo, o minério de ferro corresponde, na média, a 20% do preço final de produtos siderúrgicos, como bobinas e chapas de aço.
Azevedo descartou uma pressão de possíveis reajustes sobre os índices de inflação. Segundo ele, o peso do aço no custo final de produtos como carros e eletrodomésticos, ou mesmo imóveis, é menos relevante do que se imagina. Segundo ele, estudos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) concluíram que os produtos siderúrgicos representam 8% no valor final de um carro popular como o Gol, da Volkswagen. No caso do Astra – um carro mais sofisticado fabricado pela General Motors -, o peso do aço no preço final cai para 6%.