
“Entre janeiro e abril deste ano a inadimplência do consumidor diminuiu 5,2%, em relação ao mesmo período de 2009. Trata-se de um recorde desde 2000, nesta base comparativa, como revelou o último levantamento da Serasa Experian”, explica Savioli.
Para ele, o aumento do emprego e da renda contribuem diretamente na normalização da oferta de crédito ao consumidor e estimula a renegociação de dívidas. “Outro fator que impulsionaria o crédito nacional é a aprovação do cadastro positivo. Isso deve ser visto com responsabilidade pela sociedade”, destaca Savioli.
No setor automotivo, apenas 38% dos carros foram comprados à vista no primeiro trimestre, com o credito direto ao consumidor respondendo por 40% das operações no financiamento de veículos, segundo levantamento da Anef, a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras. As vendas por leasing ficaram com 16%, o consórcio com 6% e as vendas à vista com 38%.
A inadimplência acima de 90 dias para as operações de CDC ficou em 4% em março contra 5% no mesmo mês de 2009. Os planos médios para financiamento de veículos, em março, foram de 43 meses frente a 40 meses do mesmo mês do ano anterior.