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AEA abre o SIMEA em São Paulo na quarta-feira, 16

A AEA abre nesta quarta-feira, 16, seu tradicional simpósio internacional de engenharia automotiva, que este ano chega à edição dezessete. O encontro no Centro de Convenções Milenium, em São Paulo, se estende pelo dia 17 de setembro.
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16 set 2009

2 minutos de leitura

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O tema principal do programa é a responsabilidade sócio-ambiental na engenharia da mobilidade, estendendo-se à integração de portadores de deficiência física no universo da mobilidade urbana, à reciclagem dos veículos, aos biocombustíveis e alternativas modernas para redução das emissões de poluentes pelos veículos, ao problema do trânsito e segurança nas cidades.

A sessão de abertura, às 9 horas da manhã, terá a presença de:

• José Edison Parro, presidente AEA;
• Paulo Bedran, diretor do Departamento de Indústrias de Equipamentos de Transportes, da Secretaria de Desenvolvimento da Produção do MDIC;
• José Roberto dos Santos, Coordenador de Infraestrutura e Logística da Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo;
• Jackson Schneider, presidente da Anfavea;
• Ali El Hage, conselheiro Sindipeças;
• Luis Afonso Pasquotto, presidente da comissão organizadora do SIMEA 2009.

Mais em www.aea.org.br.

Trabalhos técnicos

Enquanto quatro painéis do Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva debatem questões sócio-ambientais da engenharia da mobilidade, 47 trabalhos serão apresentados em sessões técnicas.

Um dos trabalhos é o “Estudo do desempenho de compósitos utilizados em materiais de fricção automotivos obtidos por substituição parcial da resina fenol-formaldeído por derivados de lignina”, de Aliandro Santos, Auteliano Santos, Edison Bittencourt, João Silveira e Zaila Águila, da Faculdade de Engenharia Química, da Unicamp.

Os autores sustentam que, com a procura de materiais oriundos de fontes renováveis para aumentar a participação em processos industriais, a lignina se torna uma alternativa altamente viável para emprego em elementos de fricção, como pastilhas de freio.

O intuito da pesquisa é estudar melhor o comportamento de pastilhas fabricadas pela substituição parcial da resina fenólica por teores diversos de lignosulfonato de amônio, e reforçadas com fibras alternativas em substituição ao asbesto, como Panox e Kevlar.

Outro trabalho tem o título “Investigação preliminar da performance do monitor de eficiência de conversão catalítica do OBDBr-2 com catalisadores de reposição”, de Eduardo Burgos, Michel Alves e Paulo Baltusis (Ford) e de Alan Arnhem (Umicore).