
Parro atribui o ânimo da atual gestão ao empenho das quatorze comissões técnicas constituídas por profissionais reconhecidos pela experiência no ramo automotivo. “Esse pessoal tem sido chamado a dar parecer técnico ou participar de estudos junto a diferentes órgãos do governo” – explica.
Ele cita como exemplos de colaboração as definições para a legislação de airbags e de ABS, cujo relator foi Harley Bueno, diretor de segurança veicular da AEA, e a realização de workshop sobre a utilização na uréia em sistemas de tratamento de emissões, junto com o Ministério das Minas e Energia e a Agência Nacional do Petróleo.
Alfredo Castelli, profissional da Magneti Marelli, destaca que a AEA se consolida como um órgão formador de opinião, oferecendo subsídios a pareceres e resoluções, além de promover cursos e eventos de relevância.
Ricardo de Abreu, da Mahle Metal Leve, ressalta que ao longo da existência da AEA o engenheiro automotivo ganhou importância e participou de programas expressivos com o desenvolvimento do sistema flex.
Augusto Cezar Saldiva de Aguiar, primeiro presidente da associação criada em 24 de julho de 1984 ressalta a presença da AEA ao lado de marcos que contribuiram para a evolução do setor automotivo brasileiro.
“A entidade tem cooperado com os órgãos normativos dentro e fora do país para aprimorar a legislação, a regulamentação e a especificação de padrões e normas. Contribuimos na formulação de conceitos e principio de segurança, proteção ambiental, energia, desempenho, economia, adequação ao trabalho” – define Aguiar.