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AEA, reorganizada, apresenta programa 2011-2012

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cria

09 jun 2011

4 minutos de leitura

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Redação AB

foto: Franco Ciranni, presidente da AEA

Franco Ciranni, presidente da AEA (Associação Brasileira de Engenharia Automotiva), apresentou nesta quarta-feira, 8, em São Paulo, o plano de reorganização da entidade para a gestão 2011-2012. O programa de trabalhos estará centrado em segurança veicular, meio ambiente e trânsito e transporte. O evento teve a presença de jornalistas e diretores da AEA. “Na efervescência do mercado, temos de assumir o papel de referência de engenharia no setor automotivo”, enfatizou o executivo, que é também superintendente da Fiat Powertrain e FPT Powertrain.

“Os próximos anos serão cruciais para o setor automotivo, com fortes implicações para a cadeia produtiva do setor, a economia brasileira e a sociedade em geral. A associação cumprirá seu papel histórico de estar à frente das discussões mais relevantes do setor, oferecendo conhecimento científico de qualidade como base para regulamentações necessárias”, disse Ciranni.

A associação pretende incentivar o relacionamento com diferentes públicos, como instituições de ensino, indústria, o governo e entidades internacionais. Do estreitamento dos laços com esses públicos, a AEA irá identificar quais são os assuntos que poderão se tornar tema de pesquisas junto às suas 22 comissões técnicas, que reúnem três dezenas de voluntários formulando normas e pareceres sobre temas fundamentais para a engenharia. “O resultado será visto em documentos técnicos e em cursos e eventos que promovemos, formando uma verdadeira cadeia de geração de conhecimento”, destacou o presidente da associação.

A identificação dos principais temas de trabalho da AEA foi ponto de partida para delinear o funcionamento das comissões. “Definimos aspectos que nos próximos anos estarão na ordem do dia. O desenvolvimento do trânsito e transporte é primordial para a vida nas cidades e a economia nacional. Assuntos relativos à segurança veicular e meio ambiente mostram sua importância não só apenas do ponto de vista legislativo, mas também pelo próprio contexto social. Todos os trabalhos desenvolvidos pela AEA vão convergir para esses pontos”, diz Ciranni.

No campo da segurança veicular estão sendo preparados estudos pela entidade sobre o uso do cinto de três pontos no assento do meio, em carros que comportam três ocupantes no banco traseiro; a política nacional de resíduos sólidos, que abre um caminho para a reciclagem no setor da mobilidade; e cadeirinhas para o transporte de crianças. Há esforços voltados para a legislação off-road de emissões, sistema de medições de ruídos para veículos e biodiesel, envolvendo o estudo de temas com o aumento da fração desse combustível na mistura com o Diesel e o Diesel de cana. Foram criadas comissões específicas para tratar de eficiência energética e híbridos e elétricos.

A necessidade de desenvolvimento do transporte urbano e interestadual, ao lado da urgência de soluções para o trânsito das cidades, tornou os temas trânsito e transporte foco de atenção. A AEA é parceira no Projeto Viajeo, da Ertico – ITS Europe, programa internacional de desenvolvimento de novas tecnologias para o processo organizacional do trânsito nas grandes metrópoles no mundo, e tem participado de reuniões com outras entidades que estudam o transporte de massa.

“Com nossas ações iniciais este ano alcançamos mais de 150 mil profissionais, gerando aumento de 30% no número de associados e incremento de 85% no faturamento do primeiro semestre da AEA. Nossa ideia foi realizar um trabalho organizacional completo”, finalizou Ciranni.

Mais em www.aea.org.br.