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Giovanna Riato, AB
A AGCO realizou coletiva de imprensa nesta quarta-feira, 5, para falar sobre as expectativas de mercado (leia aqui) e explicar os planos após a compra da GSI, que oferece soluções para o armazenamento de grãos e aumento da eficiência na produção de proteína animal. A companhia, que tem 2.400 funcionários, foi adquirida por US$ 940 milhões, e vai operar como uma nova divisão da fabricante de máquinas agrícolas, que produz produtos das marcas Massey Ferguson e Valtra.
Com a fusão, o grupo espera fornecer soluções aos produtores e não apenas máquinas e equipamentos. A expectativa para o novo negócio é grande. “Há forte potencial de crescimento nos mercados emergentes”, aposta Martin Richenhagen, presidente e CEO da AGCO. Estimativas da companhia apontam que, no Brasil, onde a GSI é líder na estocagem de grãos, há um déficit de 30% no segmento.
As projeções para o médio prazo também são positivas. Segundo a empresa, a safra nacional de grãos deve crescer ao ritmo de 10% ao ano nos próximos 10 anos, o que trará bons resultados tanto para a nova divisão quanto para a venda de máquinas.
Para acelerar o novo negócio, o grupo aproveitará a rede de distribuição da AGCO, que conta com mais de 600 pontos de venda na América Latina e deve crescer nos próximos anos. “Já no ano que vem a GSI inflará os nossos resultados em 10%”, estima Richenhagen.
Confira entrevista exclusiva com André Carioba, vice-presidente da AGCO para a América do Sul:
