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AGCO terá laboratório de emissões em SP

O Grupo AGCO assinou um memorando de entendimento com a Investe São Paulo, agência de promoção de investimento do governo do estado, que prevê a implantação de um laboratório de controle de emissões a partir de um investimento de R$ 35 milhões na unidade da empresa em Mogi das Cruzes (SP), onde a empresa produz motores e tratores Massey Ferguson e Valtra. Com previsão de iniciar suas atividades em outubro, este será o primeiro laboratório deste tipo no País a funcionar dentro de uma fábrica de máquinas agrícolas e o quarto apto a realizar testes para motores dedicados ao segmento agrícola.
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Redação AB

30 mar 2015

2 minutos de leitura

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Pelo acordo, o projeto visa desenvolver e homologar motores que irão atender a legislação MAR-1 para os níveis de emissões de máquinas agrícolas, que entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 2017 para propulsores de alta potência (acima de 75 kw) e a partir de 2019 para os de baixa potência.

“Com essa iniciativa, a AGCO avança e reforça a postura do grupo em atender constantemente a legislação e se antecipar no cumprimento das novas regras sem acarretar em aumento de custo para o consumidor final. Esse pioneirismo nos torna referência no setor”, afirma o vice-presidente de marketing, pós-venda, gestão de produtos e desenvolvimento de concessionárias AGCO para a América Latina, Bernhard Kiep.

“Estamos orientando a AGCO em questões tributárias e na homologação do laboratório pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo. A nossa legislação é clara e concisa no assunto, o que faz com que sejamos não só o estado mais desenvolvido do Brasil, mas um dos que mais se preocupa com a sustentabilidade ambiental de sua economia”, disse o presidente da Investe SP, Juan Quirós.

Para Ricardo Huhtula, diretor da AGCO Power na América do Sul, o novo laboratório contribuirá com as operações de qualidade, por testar e avaliar os próprios motores logo após sua produção e de forma independente, nos prazos, uma vez que a companhia não dependerá de outros laboratórios e, consequentemente, nos custos, já que não haverá terceirização do teste em protótipos.

“Num primeiro momento, o laboratório realizará testes em motores fabricados na unidade, mas a ideia é que com o decorrer do tempo, os motores sejam testados em Mogi das Cruzes e, depois, transportados para as demais unidades do grupo”, explica Huhtula.