
O robotaxi inicialmente vai transportar funcionários da multinacional em uma rota de 3,2 km entre os dois edifícios principais da Amazon. Para começar a circular, o carro recebeu uma licença do Departamento de Veículos Automotores do estado,
Só que o documento foi obtido com base em uma autocertificação feita pela empresa de que elétrico atendeu aos padrões federais de segurança para veículos. A autocertificação é regulamentada, mas em alguns casos a agência responsável pode examiná-la para garantir que esteja em conformidade com os padrões.
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“A agência está avaliando a base para essas reivindicações de autocertificação e, como parte desse esforço, continua revisando as informações fornecidas pela Zoox em resposta a perguntas feitas anteriormente”, disse um porta-voz do órgão regulador.
Os riscos da autocertificação do robotaxi da Amazon
A Zoox não forneceu à agência reguladora informações sobre sua interpretação acerca dos padrões federais de segurança de veículos. Essa é uma das dúvidas de especialistas da indústria de veículos autônomos quando ao robotaxi da Amazon.
“Há algum risco potencial nisso. Ainda é uma questão em aberto se o que a Zoox está fazendo é legítimo. Sua equipe jurídica parece pensar que é”, apontou o analista Sam Abuelsamid, da consultoria Guidehouse Insights.
Outras fabricantes podem seguir mesmo caminho
A autocertificação do robotaxi da Zoox ocorreu em meio a frustrações da indústria com o ritmo em que as leis norte-americanas abordam os avanços de tecnologias automotivas. À medida que as empresas consideram implantações, elas buscam estratégias para atuar pelos padrões de segurança de veículos.
De acordo com o site Automotive News, a estratégia de autocertificação da subsidiária da Amazon pode abrir um caminho para outras empresas desenvolvedoras de robotaxis. Se a agência nacional considerar essa certificação segura, a General Motors e a Cruise podem seguir os mesmos passos.
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Zoox diz que excedeu padrões de segurança
A Zoox defendeu que trabalhou para o robotaxi da Amazon atender aos padrões de segurança desde sua fundação, em 2014. Segundo um porta-voz, em vez de projetar um veículo dependente de atualizações nos padrões de segurança de veículos motorizados ou de um pedido de isenção, a empresa planejou o táxi bidirecional para “atender ou exceder os regulamentos atuais”.
“Concluímos uma série de testes físicos, simulação de computador, análises de engenharia e marcos técnicos que demonstraram que atendemos e, em alguns casos, excedemos os padrões de segurança e os limites de desempenho”, disse a fonte ao site internacional.