
Esta semana a General Motors Brasil recebeu pela primeira vez a visita do CEO e chairman da companhia, Dan Akerson. Segundo a montadora, o executivo veio para cumprir uma promessa feita ao Jaime Ardila, presidente da empresa para o País e a América do Sul, e conhecer a operação local.
Nas cerca de 48 horas de estadia no País, Akerson acompanhou o anúncio da abertura de um terceiro turno na fábrica da empresa em São Caetano do Sul, São Paulo. Ao lado de Ardila e do governador do Estado, o executivo declarou: “o Brasil tem um futuro brilhante e queremos fazer parte disto”.
O dirigente destacou o País como o terceiro maior da montadora, que vendeu 657 mil unidades e garantiu 19,7% de participação no mercado nacional em 2010. Segundo ele, os investimentos anunciados para o Brasil são um agradecimento pelos 86 anos de parceria.
Crise no Japão
“A maior preocupação é com a cadeia de suprimentos”, afirmou o chairman da GM ao avaliar as consequências do terremoto no Japão. O País não é representativo em vendas para a marca, mas fornece módulos eletrônicos para diversas unidades produtivas da montadora.
Akerson aponta que ainda é cedo para avaliar o impacto no mercado mas a GM já tomou medidas para minimizar possíveis problemas. A companhia interrompeu a produção na fábrica norte-americana de Louisiana para “economizar” peças japonesas usadas na montagem de picapes da unidade. A intenção foi aproveitar que os estoques da planta estão altos para levar os componentes para outras fábricas que não têm reservas de veículos.
