Além da Fiat, a Opel já tem mais dois pretendentes para adquirir seu controle, com uma participação majoritária:
– a canadense Magna, empresa setor de autopeças, que também monta veículos para terceiros e liderou o ranking de fornecedores na América do Norte, com faturamento U$ 11,4 bilhões;
– a RHJ International, empresa de investimentos com sede em Bruxelas.
Não foram revelados detalhes das propostas. A da Fiat inclui participação também na Vauxhall (Reino Unido) que, a exemplo da Opel, é subsidiária da GM na Europa. A Opel, com sede próximo a Frankfurt, tem fábricas também na Espanha, Bélgica e Polônia.
A montadora italiana tem planos de montar uma superoperação automotiva, incluindo as operações da Chrysler na América do Norte e as da General Motors na Europa. Há quem afirme que esses planos incluem também o controle da GM na América Latina, embora o presidente da Fiat no Brasil, Cledorvino Belini, tenha desmentido esse interesse.
GM e Fiat estabeleceram em 2000 uma joint venture global (já desfeita), com reflexos no Brasil nas áreas de compras e powertrain (motores e transmissões).