A decisão sobre o destino da Opel envolve diferentes interesses, incluindo a utilização da tecnologia automotiva para fabricação de veículos na Rússia e a preservação de empregos na montadora européia.
“Precisamos de uma decisão urgente para a Opel” – disse a chanceler alemã Angela Merkel à agência Reuters. Ela acredita que uma das razões para a recusa é o fato de a GM tornar-se um acionista minoritário na operação.
Segundo a Reuters, em meio a um processo eleitoral, o governo alemão ofereceu suporte financeiro à proposta da Magna por acreditar que se trata da melhor opção para salvar empregos na Opel, que tem cerca de 25 mil trabalhadores na Alemanha.