Os executivos explicaram que a arquitetura da PSA foi escolhida para os carros novos compactos por causa da experiência da marca nesse segmento. “São mais adequados para o mercado europeu”, apontou Varin. Sobre a Zafira, Steve Girsky, da GM, acrescentou: “Nós não temos capacidade suficiente para fabricá-los sozinho.”
As fabricantes não deram detalhes das fábricas que serão usadas e dos investimentos que serão aplicados para desenvolvimento dos novos veículos. “Esses produtos estão chegando ao mercado em 2016 e por isso é prematuro fazer qualquer decisão de fabricação”, disse Girsky. “Nós vamos lidar com isso quando chegar o momento”. Mas deixaram claro que a parceria não deve gerar efeitos sobre os empregos em suas operações na Alemanha e na França.
Os executivos reiteraram que o objetivo da joint venture é poupar US$ 2 bilhões por ano até 2016, graças ao compartilhamento de processos de logística e a criação de um departamento de compras conjunto, que deve começar a atuar este ano.
A GM e a PSA também estão planejando uma plataforma composta por quatro veículos com consumo abaixo do que os convencionais. A ideia é comercializá-los em mercados em crescimento, como a Rússia e países da América do Sul.