
Segundo o coordenador da comissão de economia e estatística da Abal, Luís Carlos Loureiro Filho, o desempenho registrado na primeira metade do ano reforça a previsão da entidade para o consumo de produtos de alumínio em 2014:
“Enquanto o segmento de embalagens aparece mais robusto, em função do verão brasileiro seguido da Copa do Mundo, o da construção civil mantém-se no patamar mínimo esperado pela indústria”, pondera.
Os dados da Abal apontam ainda que o setor de extrudados deve crescer 4,3% este ano, para 383,3 mil toneladas contra as 367,5 mil utilizadas no ano passado.