
Com a mão na massa, os estudantes desenvolveram o projeto do veículo e também componentes como a suspensão dianteira e o sistema de arrefecimento. O chassi e o revestimento do automóvel surgiram de materiais recolhidos nas sucatas dos depósitos da Universidade.
O resultado desse grande exercício de engenharia e reciclagem é uma máquina esportiva que custou módicos seiscentos reais à instituição.
“Nós tínhamos um motor de Astra e algumas peças que usávamos nas aulas. O restante como injeção eletrônica e freios, foi doado pela Dana, DHB, Fueltech, GKN, Imobras, Metalmoro, Viemar, Zamprogna e Jardini”, comemora o coordenador do laboratório, Luiz Carlos Gertz.
O grupo já pensa em novos projetos, começando por um automóvel 1.4 todo fechado, com portas e janelas e outro com motor 1.0 otimizado, visando ultrapassar o recorde de velocidade com esse tipo de carro (212 km/h).