A empresa também registrou saldo negativo na Europa, com baixa de 7% e 24,8 mil caminhões vendidos no ano, e na Ásia, onde a demanda esfriou 16% para 6,1 mil unidades. Houve elevação expressiva na América do Norte, de 30% para 15,9 mil emplacamentos.
A maior queda no volume global da Volvo foi registrada entre os semipesados, de 7 a 16 toneladas de Peso Bruto Total (PBT), que esfriaram 5% para pouco mais de mil veículos. Os negócios no segmento de pesados, com mais de 16 toneladas, diminuíram 3%, para 59,7 mil unidades.